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Colunas
Nossas colunas foram criadas com o objetivo de dar voz às mulheres que compõem o Amigas da Corte e que atuam nas mais diversas áreas do Direito. Aqui, reunimos artigos com conteúdo relevante relacionados aos Tribunais Superiores.
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MODULAÇÃO DOS EFEITOS: O JULGAMENTO DO TEMA 1.079/STJ E O CONCEITO DE JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE
Danúbia Souto de Faria Costa LL.M em Processo e Recursos nos Tribunais Superiores pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), especialista em Direito pelo Instituto dos Magistrados do Distrito Federal (IMAG) e LL.M em Direito Tributário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) - em curso. Sócia do Castro Barros Advogados, head do contencioso estratégico em Tribunais Superiores. A discussão sobre modulação de efeitos, há muito, deixou de ser um tema restr
Danúbia Souto
12 de dez. de 20255 min de leitura


PARENTALIDADE, GÊNERO E DISCRIMINAÇÃO INDIRETA DE MÃES NAS RELAÇÕES DE TRABALHO
Maysa Dias Simões Vieira Pós-graduada em Execução Trabalhista pelo Instituto Legale Educacional. Bacharela em Direito pela Universidade de Brasília - UnB. Advogada em Direito do Trabalho com atuação contenciosa enfatizada na jurisdição do Tribunal Superior do Trabalho - TST e do Supremo Tribunal Federal - STF. A noção de “sexo”, em sentido biomédico, refere-se, em geral, à categorização de corpos com base em características como órgãos genitais, cromossomos e funções reprodut
Maysa Dias Simões Vieira
11 de dez. de 20257 min de leitura


77 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS E A SELETIVIDADE DOS DIREITOS HUMANOS
Clarissa Lìma Mulher Negra, Defensora Pública da Bahia e Defensora Pública Interamericana(2025/2028), Mestra em Direitos Humanos e Cidadania - UnB. Passados 77 anos desde a promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), pode-se realmente afirmar que esses direitos são universais? Ou melhor: compreendemos, de fato, o contexto histórico em que este farol ético dos direitos humanos foi promulgado? A DUDH foi promulgada no dia 10 de dezembro de 1948, pouco mais
Clarissa Lìma
10 de dez. de 20258 min de leitura


A PROTEÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM SITUAÇÃO DE PANDEMIA NA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL FEDERAL ALEMÃO
Renata Cherubim Doutora em Direito (Humboldt-Universität zu Berlin). Mestre em Direito (Humboldt-Universität zu Berlin). Bacharel em Direito (Universidade de Brasília). Membro do corpo de pesquisa e docente de Direito Constitucional, Direito Europeu, Direito Administrativo e Metodologia Jurídica da FOM Hochschule, Alemanha. Durante a pandemia da COVID-19, o Tribunal Constitucional Federal alemão ocupou-se de caso relevante na concretização do direito fundamental à vida e à in
Renata Cherubim
9 de dez. de 20256 min de leitura


O IDPJ COMO BARREIRA ENTRE O DIREITO MATERIAL E O RITO PROCESSUAL NA TENTATIVA DE PENHORA DE EMPRESA DO MESMO GRUPO ECONÔMICO
Larissa Patrício de Sá Especialista em Processo Civil pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Graduada em Direito pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Integrou a Comissão de Processo Civil da OAB/DF no triênio 2016-2018. É advogada desde 2014, com experiência em contencioso judicial, gestão e organização de escritórios. Atualmente, é advogada Sênior da equipe de causas sensíveis no Ávila de Bessa Advocacia, além de prestar assessoria de
Larissa Patrício de Sá
9 de dez. de 20255 min de leitura


A VOZ FEMININA NA CÚPULA: GOVERNANÇA INSTITUCIONAL DOS TRIBUNAIS E O DESAFIO DA TRANSPARÊNCIA
Fernanda Tonetto Pós-doutora em direito pela UnB. Doutora em direito internacional pela Sorbonne. Doutora em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestre em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestre em Integração Latino-Americana pela Universidade Federal de Santa Maria. Professora universitária. Procuradora do Estado do Rio Grande do Sul perante os Tribunais Superiores. A discussão sobre governança e transparência no Poder Judiciário ga
Fernanda Tonetto
5 de dez. de 20254 min de leitura


SEGURO RURAL E A MITIGAÇÃO DO RISCO COMO QUESTÃO DE SEGURANÇA JURÍDICA: ANÁLISE BÁSICA DO NOVO MARCO LEGAL
Gislana Karla da Silva Oliveira Drewes Siqueira Bacharel em Administração (UNIVERSO) e Direito (IDP), MBA em Gestão de Negócios (IBEMEC), Pós Graduanda em Prática Tributária (EMD); Pós Graduanda em Advocacia Tributária (EBRADI); Empresária. O Seguro Rural se estabeleceu como um elemento fundamental para a redução dos riscos associados à atividade agrícola, oferecendo proteção e suporte financeiro diante de situações incontroláveis, como desastres naturais e infecções. Por exe
Gislana Karla da Silva Oliveira
5 de dez. de 20253 min de leitura


A IMPORTÂNCIA DO AVISO DE MIRANDA: “VOCÊ TEM O DIREITO DE PERMANECER CALADO E TUDO O QUE VOCÊ DISSER PODERÁ SER USADO CONTRA VOCÊ NO TRIBUNAL”
Juliana Rodrigues Malafaia Mestranda em Direito Econômico e Desenvolvimento (IDP/DF). Especialista em Direito Penal Econômico pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/SP). Advogada. Sócia do escritório Rodrigues Malafaia Advocacia. A clássica frase reproduzida em milhares de filmes americanos e conhecida por todos nós se dá na cena em que o policial aborda o bandido ( bad guy ) e diz respeito a garantia à autodefesa, pois ninguém está obrigado a produzir contra si mesmo. Nos Estad
Juliana Malafaia
3 de dez. de 20254 min de leitura


POR QUE O STJ COLOCOU A CADEIA DE CUSTÓDIA NO CENTRO DO PROCESSO PENAL? COMO AS DECISÕES RECENTES TRANSFORMARAM A PROVA EM REQUISITO DE LEGITIMIDADE CONSTITUCIONAL DA CONDENAÇÃO
Lílian Scavuzzi Mestre em Direito Penal Econômico (IDP/Brasília), Diploma de Estudos Avançados em Direito Penal (Universidade Pompeu Fabra/Barcelona), Especialização em Direito Público (UNIFACS/Salvador) e em Direito Militar (CBEPJUR/Rio de Janeiro). Assessora Jurídica de Ministro do Superior Tribunal Militar. A guinada jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça, nos últimos anos, reposicionou a cadeia de custódia no coração do processo penal brasileiro e inaugurou um n
Lilian Scavuzzi
3 de dez. de 20255 min de leitura


A INDEVIDA RESTRIÇÃO AO ARTIGO 1.025 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL SEGUNDO A JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Anete Mair Maciel Medeiros Mestra em Gestão Estratégica de Organizações pelo IESB. LLM em Processos e Recursos nos Tribunais Superiores pelo IDP. Pós-graduada em Direito Empresarial pela FGV. Pós-graduada em Direito Processual Civil pela AEUDF. Graduada em Direito pelo Uniceub. Durante anos, as Cortes Superiores divergiram quanto à interpretação do prequestionamento. O Supremo Tribunal Federal (STF) admitia o chamado prequestionamento ficto, consubstanciado na simples oposiçã
Anete Mair Maciel Medeiros
1 de dez. de 20257 min de leitura
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